domingo, 12 de outubro de 2008

Sayonara, Tokyo

Photobucket

14 comentários:

Graça B. disse...

Que voluptuosidade!

Bom dia, Patanisca. :)

Teresa Durães disse...

gosto deste.

poetaeusou . . . disse...

*
adeus ... não,
,
deusa ao meu ... olhar,
,
brisas nocturnas
,
*

Rodrigo Rodrigues ("Perdido") disse...

O borracho é giro. Onde a foste desencantar? Trouxeste-a contigo do Nipão? Ainda temos romãs e abóboras por processar, não te esqueças!

legivel disse...

... esta é a jovem da dança do ventre nipónica
ou de tanto cantar ficou afónica?

Tenho vindo aqui deixar umas larachas, mas a menina anda sempre em viagem...

É pois. A estação do metro do Rossio do lado da Praça da Figueira onde por sinal fui muito feliz durante algum tempo a vender o Borda d´Água. Na actualidade, administro (à distância) uma cadeia de pronto a despir no Brasil.

legivel disse...

... lá me esquecia dos beijinhos e dos sorrisos. Esta minha cabeça...

Betty Branco Martins disse...

.queridda Patanisca






____________sou fascinada por estas imagens:))






beijO____C____carinhO
bFsemana

Justine disse...

Sayonara para ti também:))
(e obrigada pelas palavras)

legivel disse...

... era o que eu temia: "olhos amendoados posts tardados"*.

* Provérbio japonês do Japão.

Rosa dos Ventos disse...

Este comentário não é para a imagem que colocaste, desculpa porque não é hábito meu...
Mas explica-me lá, tu que és mais do que família, qual é a diferença ou semelhança entre o Perdido, o Legível e o Ilegível?
Ando baralhada de todo!

Abraço

legivel disse...

... eheheheh. Isto está lindo e promete.

Até ao post de cima prima!!


PS: Com que então a espremer água das melancias, rumba e jantarada no Cartaxo. Não há nada que não se saiba...

Patanisca disse...

Querida rosinha dos ventos

não percebi lá muito bem o teu baralhanço mas que eu saiba estás a meter no mesmo enredo personagens de livros diferentes Por isso vamos por partes

O Rodrigo conheço-a desde pequenina. vi-o pela primeira vez no funeral do meu pai (andaram os dois na guerra na mesma tropa ou lá como é que isso se chama) e gostei logo muito dele quando adormeci com a cabecita encostada às barbas dele- Quando não anda por aí, por esses lugares fora, está no sítio do Tremontelo, propriedade do irmão gémeo e visito-o muitas vezes. Publica o blogue "O lugar e os monos" com o pseudónimo de Perdido. Eu e o meu tio Gervásio colaborámos com ele uns tempos no antigo blogue "o tremontelo".

O legível publica o blogue "Papel de fantasia" e assina-se como Alberto Oliveira. Não o conheço pessoalmente mas acho-o um mocinho muito cool.

O ilegível nem sabia que existia, mas se for da mesma cepa destes dois agradeço-te que mo apresentes

Se calhar ficaste mais baralhada O melhor é pedires a cada um que se apresente

Ciao carina Beijos

...outros...

obrigada a todos pelos vossos comentários amigos

maria carvalhosa disse...

Soube, pelo Rui, que estiveste no Japão. Tanto quanto me posso aperceber, não aparecece aqui no blogue qualquer relato da tua passagem por lá. Apenas este desenho, voluptuoso, sem dúvida, mas que nada conta da tua estadia. Ou será que conta?
Estiveste só em Tóquio ou viajaste por outras terras nipónicas?
Pessoalmente, não aprecio Tóquio. Só mesmo de passagem para Osaka, para Nara e, sobretudo, para Kyoto... a terra dos meus encantos no país do sol nascente.

Quando estivermos juntas, havemos de esclarecer este assunto.

Um beijo.

Patanisca disse...

Querida Maria

Sabes como são as viagens de trabalho, não? Daquelas em que a gente anda só com o Laptop, a mochilinha e a escova de dentes? Desta vez estive em Tokyo depois de ter estado em Hong Kong. Vida de hotel: cocktail party de recepção, reuniões, umas interessantes, outras fastidiosas, meals, programas sociais nocturnos (a dançar com velhos americanos idiotas ou visitas programadas a sítios da night)e no último dia, o dia da liberdade, um passeiozinho aos sítios interessantes a ver uns trapinhos e a experimentar novas fragrâncias. Um saltinho às vezes com os locais a um restaurante very typical feito de encomenda para turistas estrangeiros. Quando posso dou um saltinho a livrarias, lojas de livros ou aos marchés aux pouces, quando os há.